sexta-feira, 8 de junho de 2012

Amor de Adulto


Certa vez, ouvi o dialogo entre um menino e uma menina que estavam apaixonados.
Ele vira para ela e diz:
- Eu te amo.
Ela cheia de emoção, pergunta:
- Como os adultos?!!
- Não! De verdade – responde ele, serio.
É triste ver que com o passar dos anos, nossa forma de amar muda e se torna ‘relativo’, para ser ponderada, porque às vezes, é menos que isso.
Dizem que só sabemos o que é o amor, quando ao nos perguntarem sobre o seu significado, ao invés de pensarmos em uma definição, pensamos em um nome.
Então, que nome lhe vem à memória, se eu lhe perguntar “o que é o amor?”.
Quem sabe você responda meu esposo, minha esposa, namorada (o), enfim...
Certo. E se eu voltar a te fazer essa mesma pergunta daqui a 10 anos.
Será que a resposta muda?!
Talvez a vida lhe ensine a filosofar sobre o amor e o nome não lhe será a primeira resposta.
Deste modo, fico aqui entre palavras e falta de um nome que defina o amor...
... tenho apenas a verdade expressa pelo jovem casal, sobre amor de adultos.
Cléia Novais.

sábado, 2 de junho de 2012

Parábola: A mais bela flor



Mais uma vez, enviada por uma amiga minha, uma interessante parábola, de autor anónimo, sobre os comportamentos humanos e a honestidade (ou a falta dela) que tanta gente usa nos seus relacionamentos.
Um grande beijo de agradecimento para a minha amiga.
A mais bela flor
Conta-se que, por volta do ano 250 A.C, na antiga China, um príncipe da região norte do país estava prestes a ser coroado imperador mas, de acordo com a lei, deveria casar-se primeiro. Sabendo isso, ele resolveu lançar um "desafio" às raparigas da corte ou a quem quer que se achasse digna de sua proposta.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia todas as pretendentes numa recepção especial, na qual revelaria os pormenores do desafio. Uma senhora idosa, serva no palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar a casa e contar o facto à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à recepção, e indagou incrédula: «Minha filha, o que vais lá fazer? Estarão presentes as mais belas e ricas raparigas da corte. Tira essa ideia da cabeça. Eu sei que tu deves estar a sofrer, mas não transformes o sofrimento em loucura.»
E a filha respondeu: «Não, querida mãe, eu não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é a minha oportunidade de ficar alguns momentos perto do príncipe, e isso já me torna feliz.»
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de facto, as mais belas raparigas, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, o príncipe anunciou o desafio: «Darei, a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será a escolhida para minha esposa e futura imperatriz da China.»
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito o principio de "cultivar" algo, como costumes, amizades, relacionamentos, etc...
O tempo passou e a doce jovem, sem experiência na arte da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, acreditando que, se a beleza da flor fosse proporcional ao seu amor, ela não precisaria de se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tentara tudo, usara todos os métodos que conhecia, mas nada nascera. Dia após dia, ela via cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, passado os seis meses, nada rebentou. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou à mãe que, independentemente das circunstâncias, voltaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

À hora marcada lá estava, com o vaso vazio, junto às outras pretendentes, cada uma com uma flor, qual delas a mais bela. Admirada, não parava de olhar a beleza, as formas e as cores das flores das suas companheiras.
O príncipe chegou e observou cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica que a jovem do vaso vazio é a sua futura esposa. Os presentes ficam surpresos e incrédulos. Ninguém compreendia a escolha do príncipe: precisamente aquela que nenhuma flor apresentara.
Então, calmamente, o príncipe esclareceu:
«Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.»
(Autor desconhecido)

sábado, 12 de maio de 2012

"Rio+20 é mamata e aquecimento, história pra boi dormir", diz professor 12 de maio de 2012 • 07h17 • atualizado às 10h30


ANDRÉ NADDEO
Direto do Rio de Janeiro
A pouco mais de um mês para a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o professor Ricardo Augusto Felício é a "água no chope" de qualquer tese ambientalista, a ponto de dizer que o aquecimento global é "história para boi dormir", que o protocolo de Kyoto "é uma grande besteira" e que Al Gore, o ex-vice-presidente americano que fez o documentário "Uma Verdade Inconveniente", sobre os perigos da elevação das temperaturas no planeta, não passa de um "sem-vergonha".
O que mais intriga em Felício, e que serve como contraponto ao espírito de conservação ambiental e de políticas de sustentabilidade tão em voga, é que o seu discurso é embasado em estudos e, claro, na sua formação específica: é bacharel e mestre em meteorologia da Antártida, onde já esteve para duas temporadas de pesquisas, além de doutor em climatologia da Universidade de São Paulo.
Ele repudia a existência do aquecimento global e afirma, com toda a convicção, que buraco na camada de ozônio é algo equivocado, pois sem a incidência do sol, ela simplesmente não existe, é um estado transitório. Sempre com argumentos fortes. "Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. O discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. A gente fica evocando os maiores medos da humanidade", explica.
Vinte anos após a Eco92, o Brasil, e especificamente o Rio de Janeiro, volta a ser o centro das atenções em temas relacionados ao meio ambiente e suas políticas a partir do mês que vem. Para o professor, porém, tudo não passa de "uma grande mamata". "A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show!", afirma.
Confira a seguir a entrevista exclusiva do Terra com o climatólogo da USP.
Terra: Quer dizer que essa história toda de aquecimento global é pura balela?
Ricardo Felício: É história para boi dormir. Primeiramente, pela hipótese que se utiliza: essa história toda de efeito estufa, que aí incrimina o gás CO2, aquele que alimenta toda a nossa vida, e está entre os que absorvem a radiação infravermelha, deixando a Terra ainda mais quente. Mas isso aconteceu sempre em toda a história do planeta. A taxa de CO2 é extremamente pequena, em torno de 0,033% a 0,035%. É tão ridículo! E estamos falando de todo o CO2 do planeta. Para você ter uma noção, a atividade humana é menor que a dos insetos. Não dá para engolir mais essa história. É uma física impossível. Se isso acontecesse os cientistas já teriam montado algum equipamento nesse sentido, justamente para captar essa energia extra, você não acha?
Terra: Sinceramente não sei, mas estou ouvindo sua tese.
Felício: O climatólogo canadense Thimoty Ball (outro famoso por contrariar a tese coletiva do aquecimento global) dizia que nós confundimos essa ideia de green house (casa verde) com glass house (casa de vidro). Porque a energia entra naquela casinha de vidro, esquenta o ar, mas ele não sai lá de dentro. O efeito estufa é um efeito que diminui, ou até anula a dinâmica de fluído de atmosfera. Você está dentro do carro, com vidro fechado: você vai morrer porque você está com calor. Abriu o vidro, caem 20 graus quase que automaticamente.
Terra: E os outros gases, como os CFCs?
Felício: Essa besteira que inventaram que foi o protocolo de Montreal, que antecedeu outra besteira chamada protocolo de Kyoto, fala que não pode ter. Criaram até delegacias no Canadá para não se usar CFC. Você torna o gás um vilão, que quem usa tem que ser preso para não destruir a camada de Ozônio. Chegou-se ao ponto de se confiscar produtos, como desodorantes, que usavam esse gás. Resumidamente, é queda de patentes: é um gás altamente benéfico para a indústria, não reage com nada. Quando ele cai no mar, as próprias bactérias o destroem, segundo o último artigo científico que li. A quantidade de CFC é irrisória.
Terra: Mas não causa buracos na camada de ozônio?
Felício: Mudança climática não é ciência consolidada. Lá na Inglaterra já está saindo do currículo escolar. Mas para nós aqui, que somos país de terceiro mundo, continua se ensinando esta besteira. O que existe na atmosfera é nitrogênio e oxigênio. O tal do ozônio é um estado transitório quando a energia solar incide sobre a atmosfera. O ultravioleta categoria C, por propriedades da molécula, age sobre o O2. É bem simples o que eu vou dizer: ele reage, e gera o ozônio. Ele é transitório. Quando não tem energia, não forma. Sem sol, não tem camada de ozônio. É um ciclismo rápido. Quando não tem luz, não tem ozônio.
Terra: Você já viu, certamente, o documentário "Uma Verdade Inconveniente", do ex-vice-presidente dos EUA, o Al Gore?
Felício: Ele é um sem-vergonha! Ele é dono da bolsa climática CCX (que cuida de créditos de carbono), que está caindo por chão, porque sua história é irreal. O filme e o livro são proibidos de entrar nas escolas do Reino Unido. A alta corte britânica proibiu, você sabia disso? Porque tem pelo menos 10 inverdades ali. Aqui você vai a qualquer escola e tem gente ensinando e falando do filme daquele desgraçado.
Terra: Quais inverdades são essas?
Felício: Uma é a do próprio efeito estufa, ao mostrar que os efeitos meteorológicos estão ficando severos. Poxa, gente de velha guarda dos Estados Unidos que estuda tornados há décadas mostra que isso não existe. É o processo da desinformação. Colocam um cientista político corrupto por trás, que vai na história que você quer escutar. Eu estudo há anos a Antártida e já estive lá duas vezes. Os anos de 2007 e 2009 foram os mais frios, quebrou-se recorde de 1941. Justamente no ponto em que eles dizem que mais se aquece, que é a península Antártida. O pessoal do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que trabalhava sério com as informações de meteorologia, nos últimos 15 anos mostrou que a temperatura estava baixando. Só que fecharam a estação deles! Quando a informação não convém, fecha-se.
Terra: Acho que algumas pessoas que lerem essa entrevista vão ter a impressão de que você fala de uma teoria da conspiração.
Felício: Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. Você vai me desculpar, mas o discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. As pessoas vão morrer! A gente fica evocando os maiores medos da humanidade.
Terra: Você está dizendo, fazendo um comparativo, que a ideia de aquecimento global é igual a dos armamentos de destruição em massa que o ex-presidente americano George W. Bush usou como justificativa para invadir o Iraque? Ou seja, a teoria do medo?
Felício: Exatamente. É o controle das pessoas. Você justifica qualquer ação governamental com isso. Esses caras estão passando por cima de tudo, estão legitimados porque estão salvando o planeta. Você está abrindo precedentes para se salvar o planeta. Passa por cima de lei, de controle de recursos naturais. O medo legitima a implementação de qualquer coisa, e ainda serve de desculpa que não deu para fazer algo que deveria ser feito. Teve enchente? Poxa, desculpa, quem mandou você usar o seu carro? Mudou o clima do planeta: se você não usar a sua lâmpada de led você vai ter um desastre de enormes proporções. Agora inventaram até essa história de proibir sacolinha plástica (a distribuição em supermercados) para obrigar as pessoas a gastar mais dinheiro.
Terra: Você também é contra isso? Mas o plástico demora mais de 100 anos para se degradar no ambiente.
Felício: O planeta é muito mais sofisticado do que a gente acha. Já existem vários mecanismos na espreita aproveitando a oportunidade. Já ouviu falar das leveduras negras? São bactérias que comem até petróleo. Esse papinho que não pode usar plástico é bomba relógio elitista, porque os pobrezinhos não vão poder mais usar. Vai fazer as pessoas gastarem dinheiro para se comprar plástico? É uma sem-vergonhice! Daqui a pouco vão falar que o aquecimento global começou com as sacolinhas. Temos tecnologia para chegar no lixão e eliminar o plástico. Poxa, já temos bactéria que come até petróleo! É a velha máxima: 'Está com dor de cabeça? Corta a cabeça'.
Terra: Por que não usaram essa tal levedura no derramamento de óleo do golfo do México, então?
Felício: É como eu disse: tudo uma questão de interesse. Sempre é assim. Já estou abstraindo dessas coisas. Não dá, cara.
Terra: O que você acha da Conferência das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre agora no próximo mês de junho?
Felício: Minha opinião é a pior possível: a (premiê alemã Angela) Merkel não vem, um monte de gente não vem. O que vamos deixar para os filhos? Rio+50, Rio+infinito? Isso é literalmente manter as colônias daqui sob o domínio europeu. Em 1492 vieram com o espelhinho vender para gente, agora vêm com essa mentira. É a 'mamata', meu velho. A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show! (sobre o último grande encontro climático mundial na capital dinamarquesa, em dezembro de 2009). Nunca vamos resolver esse problema porque é a 'mamata' e não precisa de nenhum cientista para falar isso. O mito tem poder porque as pessoas acreditam. Aí eu quero ver quem é que vai por o nomezinho para se responsabilizar. Em ciência, quem faz afirmação é que tem que provar. Isso é um princípio, o cético não tem que provar, a gente pede a prova. Não tem prova nenhuma, isso que é o pior.
Não tem medo de estar totalmente enganado?
Felício: Nenhum mesmo. Não dá mais. O planeta vai fazer o que quiser e danem-se vocês seres humanos. Quando eu quiser fazer nevasca, vou fazer, e quando tiver tsunami vocês correm com os rabos no meio das pernas. Veja como é curioso: os cientistas sempre têm uma solução desde que você pague por elas. O cético fala para você não fazer nada, e não pagar nada. Não estou falando para você pagar algum produto meu.
Terra: E se daqui a alguns meses você escrever um livro falando sobre tudo isso? Não será também, de certa forma, por interesse?
Felício: A pior coisa para um cientista é ter que fazer isso. Passo o bastão para quem quiser. Queria ficar no meu cantinho, fazendo minha pesquisa, trabalhando sossegado. Mas é muita patifaria. Sou humanista, não um marxista. É o destino da humanidade por outro viés. O planeta vai muito bem, obrigado. Vai continuar por aqui quando nós já tivermos desaparecido. Já tem um monte de livros aí na praça, gente muito melhor do que eu. Procura na internet. São 35 mil oceanógrafos, meteorologistas dos EUA. Muita gente que não aceita essa hipótese. Não tem mais o que falar: tem que encerrar esse assunto. São dois mil anos de assunto, chega! Temos que nos preocupar em resolver os assuntos da humanidade, como os recursos hídricos para resolver a condição das pessoas na seca.


domingo, 15 de abril de 2012

A mentira das sacolinhas ecologicas...

Os supermercados diziam gastar R$ 200.000.000 (Duzentos Milhões) de Reais distribuindo " De Graça" 7.000.000.000 (7 Bilhões) de sacolinhas de plastico todo ano aos consumidores e que cada sacolinha tinha um custo em torno de R$ 0,04 (4 Centavos) de Real.


A 1a. GRANDE MENTIRA:
Os 200 milhões já estavam embutidos nos custos do supermercado e eram pagos pelos clientes. Assim como é a luz, a limpeza e até o sorriso dos caixas. Tudo pago por você, consumidor. Os Grandes supermercados (Extra, Pão de Açúcar, Carrefour), numa compaixão inédita em favor do meio ambiente se uniram para exterminar o uso de sacolinhas de plástico que eram dadas aos clientes, tudo isso pensando apenas no meio ambiente.


A 2a. GRANDE MENTIRA
Uma simples conta de matemática prova essa mentira. Ao invés de "DAR" as sacolinhas (venda disfarçada dentro dos outros produtos), os supermercados agora irão "VENDER" (diretamente) aos consumidores sacolinhas biodegradáveis (mais uma mentira que falaremos depois) ao custo de R$ 0,19 (Dezenove centavos) de Real cada uma, 5 vezes o valor da antiga sacolinha. É ai que entra a mágica:
7 Bilhões de Sacolinhas ao custo de 19 centavos cada vão gerar aos supermercados um ganho anual de R$ 1.330.000.000
(UM BILHÃO E TREZENTOS E TRINTA MILHÕES ) DE REAIS POR ANO. Msmo que apenas METADE das pessoas que vão a supermercado comprem sacolinhas ainda serão R$ 665.000.000 (SEICENTOS E SESSENTA E CINCO MILHÕES) DE REAIS POR ANO, ou seja: 3 vezes mais do que ELES JÁ GANHAM ATUALMENTE.
Mas e as Sacolinhas Biodegradáveis?
Bem as sacolinhas são biodegradáveis apenas se elas forem corretamente processadas em usinas de compostagem. Acontece que essas usinas NÃO EXISTEM, NÃO FORAM CONSTRUIDAS e talvez lá por 2014 a primeira comece a funcionar... E OLHE LÁ.

3a. GRANDE MENTIRA
Outra GRANDE MENTIRA que os supermercados usaram para Banir as sacolinhas de plástico foi a desculpa sem vergonha que durante as chuvas, essas sacolas entupiam as boca de lobo e provocavam enchentes. Por que ? Porque as pessoas usavam as sacolinhas para jogar lixo fora (Ué, isso não era conhecido como reciclagem ?). Mas agora elas terão que comprar Sacos de lixo para esse fim, não é ?! SÓ QUE ISSO É MELHOR AINDA PARA OS SUPERMERCADOS. Como?
Outra simples conta de matemática.
Cada pessoa que reciclava as sacolinhas de plástico usa em media três por dia para condicionar o lixo (uma no banheiro, uma na cozinha e mais uma na pia da cozinha para resto de comida). Pois bem. Isso dá em media 90 sacolinhas por mês, usadas para jogar lixo fora (3x30=90). Os supermercados vendem o pacote vendem um pacote com 100 sacos de lixo em media por R$ 12 (Doze) Reais. Então durante um ano uma pessoa vai gastar 1080 sacos de lixo (12x90) e vai precisar comprar 11 pacotes de saco de lixo (11*100 = 1100) gastando R$ 132 (Cento e Trinta e dois) Reais. Preço razoável, certo !?
ERRADO!!!
Lembra dos 7 Bilhões de Sacolinhas que os Supermercados "davam" todo ano. Se eu divido esses 7 Bilhões por 100 eles serão equivalentes a 70.000.000 (SETENTA MILHÕES ) de Pacotes de sacos de lixo com 100 unidades cada. 70 Milhões de pacotes vezes os R$ 132 por ano que cada pessoa vai precisar pagar para jogar o lixo fora vão gerar um lucro aos Supermercados (que vão vender esses sacos de lixo) R$ 9.240.000.000 (NOVE BILHÕES E DUZENTOS E QUARENTA MILHOES) de Reais.
Ou seja:
Dane-se a sacolinha ecológica! Eles querem mesmo é que você compre sacos de lixo pois eles vão ganhar 7 vezes mais.
E o poder público ? Não é de estranhar seu silêncio ? Tudo se resume na OBRIGAÇÃO que o estado e municípios têm em dar fim adequado ao lixo. Pagamos por isso. Pela sua ineficiência em mais esse campo, acabaram aderindo a essa famigerada 'campanha'.


Fonte>>>> De: superbernardi@yahoo.com.br - Data: 04 de abril de 2012. 15:23:49
Assunto: INDIGNAÇÃO: A Mentira das Sacolinhas Plásticas.
Enviado por: yahoo.com.br


sábado, 14 de abril de 2012

Teste de admissão


A questão a seguir foi proposta num teste de admissão para uma grande empresa.

Você está dirigindo seu carro numa noite de tempestade, passando por uma área razoavelmente deserta da cidade. Se aproxima de um ponto de ônibus e vê 3 pessoas na chuva, aguardando transporte:


1. Uma senhora de idade, que treme e parece estar passando muito mal,


2. Um médico que já salvou sua vida na mesa de operação, e


3. O homem/a mulher dos seus sonhos.

Você reduz a velocidade e olha apreensivo para o banco do carona. No seu carro, só há lugar para mais uma pessoa. Não há outra saída: você precisa escolher a qual daquelas 3 pessoas você vai dar carona. E então?
Quem você escolheria? Justifique sua escolha.
Bom, veja agora o que a maioria das pessoas pensa:
Você poderia escolher a senhora de idade; afinal, ela está passando mal e dar carona a ela pode significar salvar uma vida.
Mas, falando em salvar vidas, você também poderia perfeitamente escolher o médico, pois ele já salvou a sua vida. Essa é a oportunidade perfeita para mostrar sua gratidão.
Entretanto, você poderia expressar essa gratidão pelo médico em outra oportunidade no futuro, mas talvez você jamais possa ter novamente uma oportunidade como essa com a pessoa com quem você sempre sonhou e que espera ali, desprotegida e encharcada, naquele ponto de ônibus. O candidato que foi selecionado para a vaga (dentre os 200 concorrentes) deu uma resposta diferente dessas três.
Quer saber o que ele disse?
Eis a resposta dele:


“Eu daria a chave do carro para o médico; deixaria que ele levasse a
senhora doente para o hospital e ficaria ali, esperando o ônibus com a
mulher dos meus sonhos”

NB. Este texto foi enviado pelo amigo Odilon Toledo.
Contribuições Críticas, Máximas



Disponivel em: http://massote.pro.br/2001/08/teste-de-admissao/. Acessado em: 14/04/201, às 09h30min.













segunda-feira, 9 de abril de 2012

A oração realiza grandes coisas - um testemunho do poder da oração

A oração realiza grandes coisas - um testemunho do poder da oração
21 abr 2011Oriente Médio

“A oração realiza grandes coisas. Algumas vezes, quando oramos, não enxergamos o resultado de nossa oração. Outras vezes, você vai ouvir que a reunião de oração da qual participou foi diretamente usada pelo Senhor, e que um dos nossos irmãos foi abençoado no exato momento em que você intercedeu por ele”, afirma Michael, um dos colaboradores do Oriente Médio.

Ele continua: “Nadia, por exemplo, passou alguns meses na prisão apenas por ser cristã. Um de nossos colaboradores se encontrou com ela e Nadia contou sua história. Em uma ocasião, ela disse para os oficiais da prisão que não daria nenhuma informação sobre as pessoas que ela conhecia ou sobre seu marido; apenas falaria sobre si mesma. Isso fez com que ela ficasse em uma solitária por 4 dias. Essa cela mede 2m x 3m. “Fazia muito frio lá”, ela conta. “E não havia banheiro, nem nada disso. Em certo momento, estava com muito frio e a experiência foi muito difícil. De repente, senti uma brisa quente soprando em meu rosto; tão quente que quando respirei fundo e o ar entrou em meus pulmões, comecei a tossir”.

Ela não tinha ideia de onde aquele calor vinha e, ao mesmo tempo, estava muito feliz. Essa sensação de alegria a invadiu de tal forma que Nadia começou a dançar na cela. Ela estava confusa. Ela se perguntava como conseguia sentir calor em um lugar frio como aquele? “Então, eu ouvi uma voz”, ela enfatiza que não era uma voz interna, e sim audível, “como se alguém dentro da cela estivesse dizendo: ‘Isso é porque pessoas estão orando por você. Esse é o espírito de alegria que está sobre você’”.

Tempos depois, quando foi solta, Nadia compartilhou sua experiência na cela da prisão com a sua irmã. Quando ela contou quando o fato havia ocorrido, sua irmã disse que era a hora e o dia exatos em que 32 cristãos se encontraram para orar por ela. Dois cristãos foram para outro lugar para representar Nadia e outro cristão que estava preso, enquanto os outros 30 irmãos se reuniram para pedir a Deus que os confortasse e enviasse seu espírito de alegria sobre eles.
Michael encerra o relato dizendo: “O testemunho foi de grande encorajamento para esse grupo de oração, e para todos os outros que dobram os seus joelhos para orar por cristãos em situação semelhante”.

FontePortas Abertas
TraduçãoDeborah Stafussi

Processo de Manifestação (SWAMI 1950-2005)

Tudo remete à nossa consciência.
Pensamento geram palavras;
Palavras geram ações.
Precisamos observar nossas ações,
pois elas geram hábitos.
Os hábitos geram nossa personalidade.
E a personalidade gera nossa cultura.

E assim temos uma cultura bem violenta,
temos muitos hábitos deploravéis,
pois nossos pensamentos baseiam-se muito em medo,
violencia e agressão.

B.T. Swami (1950-2005).